BUENOS AIRES (AFP) — O presidente argentino, Néstor Kirchner, inaugurou nesta quinta-feira o primeiro monumento às vítimas do terrorismo de Estado, uma obra com o nome das 8.718 pessoas desaparecidas e assassinadas durante a última ditadura argentina (1976-83).
A cerimônia de inauguração foi conduzida por Kirchner e sua esposa, a presidente eleita Cristina Fernández de Kirchner, que cortou a fita simbólica do monumento instalado no Parque da Memória, na zona norte da capital argentina.
Integrantes das organizações humanitárias Mães e Avós da Praça de Maio estiveram presentes e jogaram flores em memória das milhares de vítimas jogadas vivas de aviões militares.
Na cerimônia foram recordados os 30.000 desparecidos durante o regime militar, apesar de serem citados 8.718 nomes, que são os casos de desaparecidos documentados.
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