WASHINGTON (AFP) — As vendas nos Estados Unidos da indústria automobilística, incluídas as da General Motors, que em janeiro haviam resistido ao embate com um aumento, viram-se duramente castigadas pela crise e todas acabaram com retrocessos em fevereiro.
As vendas da GM que registraram aumento no primeiro mês do ano, fecharam em baixa em fevereiro de 13% em relação ao mesmo mês de 2007, tendo sido comercializados 270.423 veículos.
A situação foi atribuída pela empresa a "duras condições atuais do mercado".
A maior baixa foi no setor de caminhonetes, no qual as vendas sofreram contração de 20%, enquanto que no capítulo de utilitários, o retrocesso foi mais suave (-1,2%).
A Chrysler foi a mais castigada com a venda no total de 150.093 veículos, ou 14% menos que em fevereiro de 2007.
A Ford e a Toyota registraram resultados menos negativos, mas ambas venderam, respectivamente, 6,9% e 6,6% menos em fevereiro. A Ford comercializou 196.681 unidades e a Toyota, 182.169.
A Toyota também teve um retrocesso de 13,2% nas vendas de sua marca Lexus.
Além disso, a Ford anunciou que prevê produzir 730.000 veículos no segundo trimestre, 10% menos que há um ano - uma redução que significará a supressão de 2.500 empregos e que, segundo comunicado da firma, "reflete as condições econômicas atuais".
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